A Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o Ozempic na lista de medicamentos essenciais, junto com Wegovy e Mounjaro. Essa decisão é importante porque fortalece o acesso a tratamentos contra diabetes tipo 2 e obesidade.
O que mudou na lista de medicamentos
Na atualização de setembro, a OMS adicionou a semaglutida (princípio ativo do Ozempic e Wegovy) e a tirzepatida (presente no Mounjaro). Além disso, foram incluídas alternativas como dulaglutida e liraglutida, bem como biossimilares de eficácia garantida.
Por que a inclusão é importante
Medicamentos essenciais atendem às principais necessidades de saúde de uma população. Para definir a lista, a OMS considera fatores como prevalência de doenças, eficácia, segurança, custo-benefício e disponibilidade contínua.
Portanto, com a presença do Ozempic na lista de medicamentos essenciais, a expectativa é ampliar o acesso a tratamentos modernos com preços mais justos, tanto para pacientes quanto para sistemas de saúde.
Evidências científicas que apoiaram a decisão
O comitê de especialistas da OMS analisou diversos estudos antes de atualizar a lista. Como resultado, as pesquisas mostraram benefícios relevantes para pessoas com diabetes tipo 2, sobretudo aquelas com doenças cardiovasculares, insuficiência renal crônica e obesidade.
Além disso, com a concorrência de genéricos e biossimilares, espera-se uma queda nos preços, o que pode facilitar ainda mais o acesso global.
Impacto nos sistemas de saúde
A lista da OMS serve como referência para mais de 150 países. Dessa forma, governos e operadoras de planos de saúde usam o documento para orientar compras públicas, distribuição de medicamentos e cobertura em tratamentos.
Esse processo, por sua vez, ajuda a reduzir custos, incentivar o uso racional e garantir que mais pessoas recebam os medicamentos de que realmente precisam.
Atualização constante
A OMS revisa a Lista de Medicamentos Essenciais a cada dois anos. Assim, a nova versão, lançada em 2025, é a 24ª edição e confirma a relevância do Ozempic na lista de medicamentos essenciais, ao lado de outras opções modernas no tratamento de diabetes e obesidade.
Fonte: Cidade Verde



